Hipnose para controle de claustrofobia em exames de ressonância magnética*

Hypnosis for management of claustrophobia in magnetic resonance imaging

Luiz Guilherme Carneiro Velloso1, Maria de Lourdes Duprat2, Ricardo Martins3, Luiz Scoppetta4

Resumo OBJETIVO: Testar a eficácia da hipnose para o controle de claustrofobia em pacientes submetidos a exames de ressonância magnética. MATERIAIS E MÉTODOS: Vinte pacientes claustrofóbicos, com indicação de sedação para ressonância magnética, foram submetidos a hipnose pela técnica de Braid. Os pacientes sus­cetíveis à hipnose foram encaminhados para realização do exame em estado de transe hipnótico, sem uso de medicamentos para sedação. RESULTADOS: Da amostra estudada, 18 casos (90%) foram suscetíveis à técnica. Dos 16 pacientes sensíveis à hipnose que compareceram para a ressonância magnética, 15 (93,8%) realizaram o exame em transe hipnótico, sem ocorrência de crise de claustrofobia e sem necessitar de me­dicamentos para sedação. CONCLUSÃO: Hipnose é uma alternativa para a sedação medicamentosa em pacientes claustrofóbicos que necessitam realizar ressonância magnética.

Unitermos: Hipnose; Claustrofobia; Imagem por ressonância magnética.

Abstract   OBJECTIVE: To evaluate the efficacy of hypnosis for management of claustrophobia in patients submitted to magnetic resonance imaging. MATERIALS AND METHODS: Twenty claustrophobic patients referred for magnetic resonance imaging under sedation were submitted to hypnosis using the Braid technique. The patients susceptible to hypnosis were submitted to magnetic resonance imaging under hypnotic trance without using sedative drugs. RESULTS: Out of the sample, 18 (90%) patients were susceptible to the technique. Of the 16 hypnotizable subjects who were submitted to magnetic resonance imaging, 15 (93.8%) could complete the examination under hypnotic trance, with no sign of claustrophobia and without need of sedative drugs. CONCLUSION: Hypnosis is an alternative to anesthetic sedation for claustrophobic patients who must undergo magnetic resonance imaging. Keywords: Hypnosis; Claustrophobia; Magnetic resonance imaging.

Velloso LGC, Duprat ML, Martins R, Scoppetta L. Hipnose para controle de claustrofobia em exames de ressonância mag­nética. Radiol Bras. 2010;43(1):19–22.

INTRODUÇÃO 

Os equipamentos de ressonância mag­nética (RM) atuais exigem do paciente a permanência em imobilidade, em ambiente confinado, por períodos prolongados. É comum a ocorrência de claustrofobia, por vezes impossibilitando a realização do pro­cedimento. Nesta situação, comumente, recorre-se à sedação com medicamentos,

* Trabalho realizado no Hospital e Maternidade São Camilo Pompeia, São Paulo, SP, Brasil.

  1. Doutor, Médico Cardiologista, Grupo de Hipniatria e Hip­noterapia do Hospital e Maternidade São Camilo Pompeia, São Paulo, SP, Brasil.
  2. Psicóloga, Grupo de Hipniatria e Hipnoterapia do Hospital e Maternidade São Camilo Pompeia, São Paulo, SP, Brasil.
  3. Biomédico, Serviço de Diagnóstico por Imagem do Hospi­tal e Maternidade São Camilo Pompeia, São Paulo, SP, Brasil.
  4. Médico Radiologista, Serviço de Diagnóstico por Imagem do Hospital e Maternidade São Camilo Pompeia, São Paulo, SP, Brasil.

 

Endereço para correspondência: Dr. Luiz G. C. Velloso. Ave­nida Pompeia, 1319, Vila Pompeia. São Paulo, SP, Brasil, 05023-000. E-mail: luiz.velloso@sti.com.br

Recebido para publicação em 5/10/2009. Aceito, após revi­são, em 18/12/2009.

Radiol Bras. 2010 Jan/Fev;43(1):19–22

que implica uma logística à parte – assis­tência por anestesiologista, necessidade de jejum, avaliação pré-anestésica em idosos ou portadores de comorbidades, monitora­ção não invasiva durante o exame –, bus­cando minimizar o risco de depressão res­piratória e de outros efeitos indesejados das substâncias administradas.

A hipnose é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina “como valiosa prática médica, subsidiária de diagnóstico ou de tratamento (…) Trata-se de um estado de estreitamento de consciência provocado artificialmente, parecido com o sono, mas que dele se distingue fisiologicamente pelo aparecimento de uma série de fenômenos espontâneos ou decorrentes de estímulos verbais ou de outra natureza. (…) A hipnose é, então, uma forma de diagnose e terapia que (…) pode ser executada por médicos, odontólogos e psicólogos, em suas estritas áreas de atuação.”(1).

0100-3984 © Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem

Com a hipnose, mesmo em pacientes moderadamente suscetíveis à técnica, é possível induzir um estado de relaxamento profundo, com alterações fisiológicas simi­lares às do sono natural. O reflexo de tosse não é abolido, não há depressão respirató­ria nem alteração pressórica ou de ritmo cardíaco(2). Além disso, o paciente hipno­tizado pode permanecer colaborativo, rea­lizando movimentos simples ou ficando em apneia voluntária, se necessário. Dessa for­ma, a possibilidade de realização de RM em pacientes claustrofóbicos ou ansiosos com hipnose apresenta evidente redução do risco representado pelo procedimento anes­tésico, além da economia dos materiais necessários a este último.

Diversos trabalhos, pequenos e não controlados, propõem a hipnose como ad­juvante para a realização de procedimen­tos radiológicos invasivos(3), endoscopia digestiva(4), e mesmo colonoscopia(5). O

Velloso LGC et al.

uso desta técnica para controle de quadro ansioso ou fóbico relacionado à RM não foi relatado na literatura.

Objetivo 

Estudar o uso de hipnose como alterna­tiva à sedação farmacológica para a reali­zação de exames de RM em portadores de claustrofobia e ansiedade.

MATERIAIS E MÉTODOS 

No período de março a setembro de 2008, foram selecionados para o estudo 20 pacientes adultos, sem déficit cognitivo, nos quais a sedação para RM foi indicada por seu médico assistente, em função de quadro fóbico ou ansioso impossibilitando a realização do exame em pelo menos uma tentativa prévia.

Os pacientes foram identificados a par­tir das agendas de exames de RM. Os ca­sos já agendados para exame “com seda­ção” foram contatados, propondo-se a rea­lização do exame com a técnica alternativa, sem uso de medicamentos.

Aos interessados, foi explicada a téc­nica de hipnose a ser utilizada para reali­zação da RM. Após assinatura de termo de

Tabela 1 Casuística e resultados.

consentimento informado, foi induzida hipnose pela técnica clássica de Braid, buscando-se conduzir os pacientes até o estágio sonambúlico, ou estágio 5 da escala de Stanford. Nesse estágio, os pacientes foram colocados em atividade ideossensó­ria, com indução de sensações visuais e cinestésicas vívidas e agradáveis (caminhar numa paisagem relaxante, segura e acolhe­dora), associadas a sensação de paz, tran­quilidade e segurança. Após implante de sinal hipnógeno, os pacientes foram de-hip­notizados, para avaliação da profundidade e eficácia do transe induzido. A seguir, foi novamente induzida hipnose, desta vez mediante uso do sinal hipnógeno. Neste segundo procedimento (técnica de dupla indução), os pacientes foram apresentados às diferentes etapas do exame de RM, que foram ressignificadas e associadas à sensa­ção de relaxamento obtida na atividade ideossensória anterior. O exame de RM foi agendado para uma data posterior, com a presença dos pesquisadores.

Para a realização do exame, o paciente foi hipnotizado com uso de sinal hipnógeno em uma sala de preparo, conduzido em cadeira de rodas até o aparelho de RM, e de-hipnotizado ao final do procedimento.

RESULTADOS 

Dos pacientes selecionados para o es­tudo, 2/20 (10,0%) não foram suscetíveis à hipnose. Dos pacientes suscetíveis à hip-nose, 4/18 (22,2%) chegaram aos estágios 3 ou 4, e 14/18 (77,8%) atingiram o estágio 5 da escala de suscetibilidade hipnótica de Stanford (SHSS). O tempo médio necessá­rio para indução do transe foi de 1 a 20 mi­nutos (média de 5,3 minutos), e o período sob hipnose na primeira etapa foi de 10 a 50 minutos (média de 25,3 minutos.) Dos 18 pacientes suscetíveis à hipnose, 2 (11,1%) ficaram com receio de ter crise de fobia e não compareceram ao setor de RM para a realização do exame. Dos 16 restantes, em 15 (93,8%) foi induzido transe por meio de sinal hipnógeno e realizada RM sem ne­nhuma intercorrência, com duração de 20 minutos (coluna cervical) a 90 minutos (RM cardíaca) (média de 34,7 minutos por procedimento). Em um caso (6,2%), o pa­ciente entrou em crise de ansiedade e hiper­ventilação ao passar diante da sala de RM e não se deixou hipnotizar, embora fosse al­tamente suscetível à técnica. Os resultados e a composição da amostra estão resumi­dos na Tabela 1.

Caso Idade T indução* T total† T exame§
número Sexo (anos) Localização (minutos) (minutos) Grau‡ Sucesso (minutos)
1 Feminino 49 Coluna cervical + lombar 5 30 5 Exame realizado 45
2 Feminino 50 Coluna cervical 20 45 3 Exame realizado 20
3 Feminino 53 Coluna lombar 15 35 5 Exame realizado 20
4 Masculino 29 Coluna cervical 3 20 5 Exame realizado 20
5 Feminino 63 Coluna cervical 3 25 5 Exame realizado 20
6 Feminino 55 Coluna lombar 4 30 5 Exame realizado 20
7 Masculino 52 Coluna lombar 5 15 5 Não (fobia na sala)
8 Feminino 47 Cardíaca 5 15 5 Exame realizado 90
9 Feminino 42 Ombro 2 15 5 Não (não compareceu)
10 Feminino 55 Coluna cervical + lombar 1 23 4 Exame realizado 25
11 Masculino 54 Coluna cervical 1 25 3 Exame realizado 25
12 Feminino 52 Coluna lombar 7 10 4 Exame realizado 20
13 Feminino 62 Ombro 5 25 5 Não (não compareceu)
14 Feminino 58 Abdome 5 30 5 Exame realizado 60
15 Feminino 52 Coluna lombar 2 23 5 Exame realizado 20
16 Feminino 47 Coluna lombar 0 NS Não
17 Feminino 21 Hipófise 3 20 5 Exame realizado 25
18 Feminino 57 Coluna lombar 0 NS Não
19 Feminino 54 Cardíaca 5 20 5 Exame realizado 60
20 Feminino 65 Abdome 5 50 5 Exame realizado 50
Médias 85% Feminino 51 anos 5,3 minutos 25,3 minutos 34,7 minutos

* T indução: tempo necessário para a primeira indução de transe hipnótico. † T total: tempo sob hipnose na sessão preparatória para ressonância magnética. ‡ Grau: profundidade do transe, na escala de Stanford. § T exame: tempo de duração do exame de ressonância magnética, sob hipnose. NS: não suscetível a hipnose.

Radiol Bras. 2010 Jan/Fev;43(1):19–22

Hipnose para controle de claustrofobia em exames de RM 

DISCUSSÃO 

Claustrofobia é uma ocorrência bastante comum nos pacientes submetidos a RM, com incidência relatada em torno de 2%(6) a 15%(7) dos exames realizados. Este qua­dro parece ocorrer predominantemente em pacientes do sexo feminino e em determi­nados tipos de exames, como a RM de crâ­nio, em função da posição do paciente no scanner. Nesta eventualidade, torna-se ne­cessária sedação medicamentosa ou até mesmo anestesia geral para completar o procedimento.

Desde o tempo dos antigos egípcios en-contram-se relatos escritos da utilização da hipnose com finalidade terapêutica. Antes do advento da anestesia, a hipnose era uti­lizada para aliviar a dor em procedimentos de vários portes, inclusive amputações de membros. Neste aspecto, são clássicos os relatos de James Esdaile, cirurgião do exér­cito britânico na Índia colonial, em seu li­vro publicado em 1850(8).

Nos dias atuais, embora muito pouco utilizada, a hipnose ainda é indicada como terapia complementar em diversas afecções clínicas e para facilitar a recuperação física e psicológica após cirurgias(9). Alguns es­tudos sugerem que a hipnose pode reduzir

o desconforto e sofrimento em crianças sub­metidas a procedimentos invasivos, como a uretrocistografia miccional(10). Uma me­tanálise de 26 artigos publicados sobre o assunto dá conta de que, recebendo hipno­se, 82% dos pacientes submetidos a proce­dimentos médicos tiveram menos descon­forto emocional do que os controles. Nes­ses estudos, a hipnose foi utilizada para reduzir o desconforto de pós-operatório, puerpério, quimioterapia e radioterapia, procedimentos radiológicos invasivos, punção lombar, etc.(11). Não encontramos, na literatura, referência ao uso da hipnose para controle da claustrofobia em pacien­tes submetidos a RM.

A hipnose é um estado alterado do ní­vel de consciência induzido por técnicas que envolvem estimulação repetitiva e mo­nótona, habitualmente verbal. O paciente hipnotizado encontra-se em um estado cre­puscular – permanece consciente e senhor de sua vontade por estar em vigília, mas ao mesmo tempo está profundamente relaxado e experimenta sensações oníricas, como no sono normal. Associada ou não a técnicas de psicoterapia, em especial a cognitivo­-comportamental, a hipnose pode ser uma ferramenta muito útil para o controle da ansiedade e de transtornos fóbicos, entre numerosas outras aplicações. Como a hip-nose é um estado fisiologicamente similar ao sono, não apresenta risco de agravo à saúde. A suscetibilidade à hipnose (que al-guns autores preferem descrever como ha­bilidade hipnótica do paciente) é uma ca­racterística individual e estável ao longo da vida; cerca de 10% da população são resis­tentes ao procedimento(2), independente da técnica e habilidade do hipnotizador.

Na amostra do presente estudo, a sus­cetibilidade à hipnose foi similar à obser­vada na população em geral, embora se tra­tasse de um grupo de portadores de claus­trofobia ou ansiedade intensa. A primeira indução do estado hipnótico foi feita em tempo curto, permitindo a implantação de sinal hipnógeno, que leva de imediato o paciente a um transe profundo, desde que ele permita.

Algumas características do estado hip­nótico(2), ou transe, são particularmente favoráveis ao seu uso para o controle da claustrofobia na RM:

  1. Atividade ideossensória – É possível induzir, no paciente, a visualização nítida de paisagens agradáveis, com sensações as­sociadas de olfato, tato e paladar bastante realistas. É possível fazer o hipnotizado sentir-se vividamente em uma praia – mo­lhando os pés na beira do mar, sentindo o sol, o vento e o cheiro do mar, ouvindo o som das ondas, das aves e das folhas dos coqueiros. Estas imagens oníricas podem ser associadas a relaxamento e tranquili­dade e estar presentes durante o exame sob hipnose.
  2. Atividade ideomotora – O paciente pode ser sugestionado a permanecer com­pletamente imóvel durante todo o procedi­mento, sem sentir desconforto.
  3. Distorção da percepção do tempo – O paciente pode terminar o exame com a percepção, sugerida pelo hipnotizador, de que a duração foi de poucos minutos. Pode­se induzir, também, amnésia total ou par­cial em alguns pacientes mais sensíveis à hipnose.
  4. Analgesia – Reduz bastante o descon­forto de pequenos procedimentos, como a

 

punção venosa. Pacientes com dores agra­vadas pelo decúbito também podem se beneficiar da analgesia hipnótica.

No grupo estudado, estas características do estado de transe hipnótico foram utili­zadas de modo a obter o maior conforto do paciente claustrofóbico durante o exame de RM. Desse modo, durante o transe prepa­ratório, a evocação de cenas e sons recon­fortantes foi associada a diferentes etapas do exame. Dessa forma, por exemplo, foi sugerido ao paciente que se o barulho das ondas do mar ou de uma cachoeira pode ser extremamente relaxante, o som intenso do aparelho de RM poderá também deixá-lo relaxado e tranquilo. E de fato, durante o exame em hipnotizados, observamos dimi­nuição de frequência cardíaca coincidindo com os momentos em que o aparelho emite ruído intenso. Da mesma maneira, foi su­gerido ao paciente que os movimentos da maca da RM seriam muito relaxantes, como os movimentos de uma rede ou ca­deira de balanço. Além disso, como mais de três quartos dos pacientes suscetíveis desta amostra atingiram o estágio 5 da es­cala de Stanford, ou estágio sonambúlico, em que é possível a visualização muito rea­lista de imagens, esses pacientes foram su­gestionados a visualizar paisagens agradá­veis durante o exame.

Todos os pacientes receberam repetida­mente mensagens de que sua respiração permanecia tranquila e desimpedida, e que a temperatura ambiente era amena e con­fortável. A todos foi dada a sugestão de que, embora pudessem se movimentar livre­mente, sentiam-se tão seguros e confortá­veis de olhos fechados e em completa imo­bilidade, que não sentiam a menor vontade de se movimentar ou abrir os olhos durante todo o tempo do exame.

Na fase de de-hipnotização, ao término do procedimento, foram repetidas suges­tões de bem-estar e vigor físico, e que o tempo sob hipnose seria percebido como muito breve, apenas de poucos minutos. Após o despertar, os pacientes foram enco­rajados e cumprimentados por terem con­seguido realizar o exame com seus próprios recursos, sem necessidade de medicações sedativas. Todos foram liberados do setor de imagem imediatamente após a realiza­ção do exame, sem dificuldade motora ou sonolência significativa.

Radiol Bras. 2010 Jan/Fev;43(1):19–22

Velloso LGC et al.

CONCLUSÃO 

Na amostra estudada, de 20 indivíduos que não conseguiram realizar exame de RM devido a ansiedade ou claustrofobia, 90% foram hipnotizáveis pelo método clás­sico de Braid. Dos pacientes suscetíveis à técnica levados à sala de RM, 93,8% reali­zaram o exame sob hipnose, sem intercor­rências e sem necessidade de medicamen­tos para sedação.

Portanto, a hipnose mostrou ser uma alternativa eficaz e segura à sedação medi­camentosa, para possibilitar a realização de RM em pacientes fóbicos e ansiosos. Por suas características, pode ser opção prefe­rencial em pessoas com comorbidades que impliquem maior risco para a sedação, ou em exames que requeiram a colaboração do paciente, como a RM de coração.

REFERÊNCIAS 

  1. Conselho Federal de Medicina. Parecer CFM nº 42/1999. [acessado em 8 de agosto de 2008]. Dis­ponível em: http://www.portalmedico.org.br/ pareceres/cfm/1999/42_1999.htm
  2. Kroger WS. Clinical and experimental hypnosis. 2nd ed. Philadelphia: JB Lippincot; 2008.
  3. Lang EV, Rosen MP. Cost analysis of adjunct hyp­nosis with sedation during outpatient interven­tional radiologic procedures. Radiology. 2002; 222:375–82.
  4. Conlong P, Rees W. The use of hypnosis in gas­troscopy: a comparison with intravenous seda­tion. Postgrad Med J. 1999;75:223–5.
  5. Cadranel JF, Benhamou Y, Zylberberg P, et al. Hypnotic relaxation: a new sedative tool for

 

colonoscopy? J Clin Gastroenterol. 1994;18:127–

  1. Murphy KJ, Brunberg JA. Adult claustrophobia, anxiety and sedation in MRI. Magn Reson Imag­ing. 1997;15:51–4.
  2. Eshed I, Althoff CE, Hamm B, et al. Claustropho­bia and premature termination of magnetic reso­nance imaging examinations. J Magn Reson Im­aging. 2007;26:401–4.
  3. Esdaile J. Mesmerism in India and its practical application in surgery and medicine. Hartford: S. Andrus and Sons; 1850.
  4. Stewart JH. Hypnosis in contemporary medicine. Mayo Clin Proc. 2005;80:511–24.
  5. Butler LD, Symons BK, Henderson SL, et al. Hypnosis reduces distress and duration of an in­vasive medical procedure for children. Pediatrics. 2005;115:e77–85.
  6. Schnur JB, Kafer I, Marcus C, et al. Hypnosis to manage distress related to medical procedures: a meta-analysis. Contemp Hypn. 2008;25:114–28.

 

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